quarta-feira, 29 de abril de 2009

Apresentando-me

Não há momento na vida de qualquer um, em que o advérbio "quem" não esteja presente. Do momento em que se faz parte, voluntariamente ou não, de uma coletividade, tornam-se necessárias respostas sobre a sua essência. Logo, o ato da apresentação é impertativo, vez que o homem é "um animal político". O engraçado é que poucas são as questões tão inquientantes quanto essa. Há os que fogem. Há os que preferem mostrar algo que não são. Há os que, por absoluta falta de vocabulário não conseguem transformar sua essência em palavras. Talvez eu tenha pensado nessas três categorias, nada científicas, fruto da minha observação e de nada mais, porque me enquadre um pouco em cada uma delas. No momento, não transitam pela mente palavras mais precisas sobre mim do que as de Quintana:
"Se as coisas são inatingíveis ... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A presença distante das estrelas!"

Estou sempre matutando e procurando algo melhor. Assim que encontrar, eu aviso!

Isso não é tudo,


Guilherme

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